domingo, 12 de agosto de 2012

UMA VITÓRIA SOFRIDA, MAS MERECIDA.


O Palmeiras foi mais perigoso, criou as melhores oportunidades de gol e, por duas vezes, acertou a trave de Diego Cavalieri. O Fluminense, mesmo sem jogar bem, mostrou mais vontade de vencer. Parecia mais inconformado com o 0 a 0 e, por isso, acabou premiado no fim, com o gol de Jean. Uma vitória que o leva à vice-liderança do Brasileiro.

Os dois times entraram em campo com muitos desfalques, mas Abel tinha reservas melhores e conseguiu armar o time sem precisar recorrer a improvisações. O Palmeiras deixou claro desde o início que priorizaria a defesa, esperando a chance de um contra-ataque. E quase marcou numa cabeçada de Barcos, que Diego Cavalieri mandou para escanteio. No fim do primeiro tempo, um chute de Artur explodiu no poste esquerdo do goleiro tricolor e os dois times foram para o intervalo sem conseguir marcar.

Abel Braga perdeu Wagner, machucado, e voltou com Diguinho no meio-campo. Jean passou a jogar mais adiantado e as dificuldades aumentaram. Enquanto Flávio Murtosa tentava reforçar a marcação, trocando Obina por Mazinho e Patrick por João Vitor, Abel parecia mais inconformado com o resultado. Chegou a tirar o volante Edinho para colocar Matheus Carvalho, tentando dar mais agressividade à equipe.

E acabou premiado no fim, quando Matheus Carvalho achou Jean na entrada da área. O chute não foi forte, mas entrou no cantinho esquerdo de Bruno. Já não havia tempo para a reação do Palmeiras. E a vitória acabou premiando a determinação da equipe que mais a perseguiu.


Álvaro Oliveira Filho, CBN.
Colunista Convidado para o Camisa Tricolor.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Bom senso em meio às vaidades...


Desnecessário ou não, paralização foi boa.

Gramado do Engenhão - Tão contestado.
Muito se discute na imprensa, principalmente na Paulistana, a decisão tomada de adiar o jogo entre Flamengo e Atlético Mineiro que seria realizado no último final de semana no Engenhão. Após muito ser criticado, o Botafogo que detém a gestão do Estádio por 20 anos decidiu radicalizar e pedir a interdição do estádio visto que as condições de utilização teriam alcançado seu limite e a maratona de jogos no local não permitia a recuperação do gramado, podendo causar alguma lesão grave nos atletas.

De pronto, apesar das muitas notificações/solicitações anteriores para remarcação de local – evitando desgates do piso, a CBF alterou locais e adiou o confronto entre Atleticanos e Rubro-Negros. Os mineiros reclamaram. Os cariocas agradeceram pois o time passa por um mau momento.  A CBF ‘entrou na berlinda’ pois além das remarcações e do planejamento que não previa este tipo de problema, fato já alegado há pelo menos 2 anos pelo Glorioso, permitiu que o Botafogo seja o único a utilizar o palco num intervalo de 15 dias, num jogo contra o Palmeiras pela Sulamericana.

Neste imbróglio que se formou, cabe questionar a posição de Vasco e dos demais clubes do Rio. O Vasco – até o momento da suspensaão – nunca se mostrou receptivo. Desta forma, São Januário não era sequer cogitado, salvo em momentos quando o Engenhão abrigava Shows e o Botafogo mandara jogos nos domínios Cruzmaltinos. Por um outro lado, Flamengo e Fluminense que muito reclamaram das condições do Stadium Rio também não se esforçaram para alterar mandos de campo, vislumbrando sempre a comodidade de atuarem na Cidade do Rio de Janeiro e evitar um conflito com o Vasco da Gama.

Após a cessão de São Januário ao Fluminense, a torcida Vascaína se manifestou contrária à decisão por entender que – historicamente nos últimos anos – o Fluminense tem agido de forma desleal.  Este fato remonta as transferências conturbadas de Conca e Leandro Amaral para o Tricolor das Laranjeiras.

Nesta briga entre egos e vaidades, o Botafogo é quem melhor se posicionou. Mesmo sendo arrendado, o Engenhão é de responsabilidade dos Alvinegros e caso algum jogador do porte de Oscar, R10, Juninho ou mesmo o Seedorf sofresse alguma grave lesão em seus domínios, não iriam recordar os esforços feitos para que houvesse real condição de jogos no local. Vale ressaltar que, antes do Engenhão, o Botafogo mandava seus jogos em Niterói ou na Ilha do Governador, quando chegou a dividir com o Flamengo a gestão do estádio da Portuguesa da Ilha por conta de obras no Maracanã.

De fato, com o crescimento do número de participantes na Série A, com as competições se sobrepondo, chegou-se ao ponto em que 3 clubes passaram a utilizar mais de uma vez por semana o mesmo espaço, prejudicando o espetáculo. Parabéns pelo bom senso do Presidente Roberto Dinamite e parabéns à CBF por entender a necessidade de se alocar jogos em Volta Redonda e Macaé. O Futebol do Rio agradece mesmo que alguns olhem descontentes com a ação que só é pejorativa aos olhos dos que não percebem que em São Paulo joga-se em quase todos os estádios, havendo ou não necessidade. O torcedor não tem local fixo, basta que o time tenha apelo. Assim, este comparece.


Bruno Velasco
Camisa Tricolor

Flu 2x0 Coritiba


Elenco forte e sorte de vencedor.

No último domingo, o Fluminense entrou em campo mais uma vez para encarar o Coritiba, no Couto Pereira. As duas equipes mediram forças, tendo os tricolores maior sorte mas baixas significativas no elenco. Deco e Nem se lesionaram e desfalcam o Flu nas próximas rodadas.

O jogo mal começou e o visitantes demonstraram seu poderio. Nem chegou a receber na área e marcar, mas a arbitragem marcou lance irregular. O atacante dominara no ombro e teria aberto o placar, algo que só aconteceria nos minutos finais da partida.

Para o Coritiba, o lance de maior perigo foi quando Cavaliere espalmou cabeceio e a bola rebateu em Fred. O atacante conseguiu – quase em cima da linha – afastar para escanteio. No mais, os Coxa-Brancas não conseguiram repetir o bom desempenho da últimas edições da Copa do Brasil.

Aos 39, após bela armação do meio-campo tricolor, Fred livre de marcação fez 1x0. Três minutos depois, o Fluminense ampliaria e daria números finais à partida. Com um pouco de sorte e com elenco forte, o Flu segue firme na busca da liderança do campeonato. Diguinho, recuperado de lesão, volta a ser opção no time principal. O técnico Abel Braga enalteceu a equipe e o esforço de todos.


Bruno Velasco
Camisa Tricolor

Colunista Convidado



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sexta-feira, 20 de julho de 2012

Flu se mantém invicto e atropela o Bahia

Nos tempos em que produzir crônicas esportivas não era um simples dever mas um estado de encanto aos leitores, Nelson Rodrigues tinha corriqueiro costume de  encabular à todos com tamanha poética que empregava em seus  dizeres, costumava referir ao Fluminense como sendo o único clube Tricolor, fazendo dos outros, meros times de três cores.


www.fluminense.com.br
Nesta noite, com colorido natural nas arquibancadas, Fluminense e Bahia, um tricolor e um de três cores, fecharam a décima rodada do Campeonato Brasileiro.

Magno Alves escreveu capítulos marcantes e históricos como jogador do Fluminense. Ele é o jogador que mais gols tinha feito em Brasileiros, no entanto, Fred buscava alcançar a marca dos 43 gols daquele, que hoje, defende as cores rubro-negras do Sport Recife.

Ele alcançou e até passou essa marca mas, seguindo a cronologia, vamos ao primeiro tempo.

Diga-se de passagem, difícil de tirar um momento reluzente. O Fluminense atacava mas parecia administrar o jogo para matar na hora certa. O Bahia buscava atingir a meta de Cavalieri de maneira certeira com o pentacampeão Kléberson, o experiente Mancini e o provocador centroavante Souza.

Se alguém resolvesse eliminar os 45 minutos iniciais do jogo não faria nenhuma diferença. O placar elástico foi todo construído no segundo tempo.

Aos 2 minutos, em bola enfiada por Deco, Wellington Nem sofreu pênalti de Marcelo Lomba. Fred cobrou, deslocou o goleiro e, naquele momento, atingia a marca de Magno Alves com 43 gols em gols marcados com a camisa tricolor em Brasileiros.

O Bahia até levou perigo ao Flu em alguns lances mas com pouca eficiência.

Sabendo atacar de maneira consciente e mostrando cada vez mais o controle que tinha sobre o jogo, o Fluminense aumentou a vantagem. Em cruzamento de Fred, aos 20, Thiago Neves cabeceou para ampliar.

Mais tranquilo e deixando o tempo correr, o Flu trocava passes e tinha, conforme o passar do tempo, mais certeza de que os 3 pontos estavam assegurados.

Em mais um pênalti, dessa vez de Danny Morais em cima de Fred, o camisa 9 não titubeou e estufou às redes do Bahia. Pela quadragésima quarta vez o matador do Fluzão vibrava com um gol que fizera, em jogos de Campeonatos Brasileiros, alegrando a torcida e entrando de vez para o topo de artilharia do clube na competição.

Wallace, lateral-direiro, mas que jogou improvisado do outro lado do campo, ainda achou tempo para o quarto, aos 42.

Com festa na torcida, invencibilidade mantida após dez rodadas e recorde alcançado por Fred, Nelson Rodrigues, se estivesse vivo, com certeza aplaudiria essa atuação. Não doS mas DO TRICOLOR!


Gustavo Henrique Metello
Colunista Convidado de Diário dos Esportes para o Camisa Tricolor.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Tudo igual no Clássico Vovô...



Botafogo e Fluminense se enfretaram pelo Campeonato Brasileiro e seguem no G4.

Engenhão, 15 de julho de 2012 - Pela 9a. rodada do Campeonato Brasileiro, Botafogo e Fluminense duelaram no Engenhão. De um lado o embalado Botafogo encarava os tricolores com sabor de revanche pela perda do título estadual.

Desde o início da partida, o Fluminense foi mais ativo e mais uma vez encurralou o Botafogo, assim como nos dois últimos encontros. Mesmo assim, o primeiro tempo terminou 0x0. 

Logo aos 8 minutos do segundo tempo, após escanteio sob a área do Botafogo, Jadson do Botafogo não conseguiu subir e Fred, com certa dose de oportunismo e competência marcou sem maiores problemas.

O gol fez com que o Fluminense cadenciasse a partida e o Botafogo não conseguia encontrar espaços para atacar o adversário. Mas, em uma das poucas investidas dos alvinegros, Márcio Azevedo tabelou pelo meio e foi ao fundo, com um lindo corte deixou o marcador Bruno no chão e com rara técnica cruzou de trivela para Andrezinho marcar. A bola antes de entrar, ainda teve um leve desvio na zaga e o placar ficou igual: 1x1.

A segunda etapa foi de poucas chances claras. O momento mais claro foi quando Elkson tabelou coma zaga tricolor - que falhara demais na partida - e deixou Felype Gabriel livre diante de Berna. Contudo, o meia alvinegro não conseguiu finalizar bem e o goleiro tricolor efetuou defesa que acabou por salvar o Fluminense de uma derrota não merecida.

FICHA TÉCNICA

BOTAFOGO 1 X 1 FLUMINENSE
Local: Estádio Olímpico João Havelange, o Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 15 de julho de 2012 (Domingo)
Horário: 16 horas (de Brasília)

Árbitro: Wilson Luiz Seneme (Fifa-SP)
Assistentes: Emerson de Carvalho (Fifa-SP) e Marcelo Van Gasse (Fifa-SP)
Cartões amarelos: Márcio Azevedo, Jadson (Botafogo); Samuel, Thiago Neves (Fluminense)

Gols:  BOTAFOGO: Andrezinho, aos 21 min do 2tempo; FLUMINENSE: Fred, aos 8 min do 2tempo.

Equipes
BOTAFOGO: Jéfferson, Lucas, Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo (Lennon); Lucas Zen (Jadson), Renato, Cidinho (Fellype Gabriel), Andrezinho e Vítor Júnior; Elkeson
Técnico: Oswaldo de Oliveira
FLUMINENSE: Ricardo Berna, Bruno, Gum, Anderson e Carlinhos; Edinho, Jean, Wagner (Rafael Moura) e Thiago Neves; Samuel (Wellington Nem) e Fred
Técnico: Abel Braga 



Bruno Velasco
Camisa Tricolor

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Um FlaxFlu inesquecível...

Após 100 anos, Fluminense e Flamengo se reencontram para mais um Fla-Flu.

canelada.com.br
Em crise, o Flamengo de Joel Santana e Cia se encontraram no Engenhão para mais um clássico. Oriundo do Fluminense, o Rubro-Negro hoje sequer lembra a mesma equipe aguerrida que fundou o clube após a cisão.

De um lado um Flamengo sem poderio ofensivo. Do outro lado, um Fluminense que joga por música e que é capaz de lance geniais, com o Maestro Deco e Cia. O Clássico mais conhecido do Brasil teve todo um aparato que fez jus à sua tradição, mas em campo - em dia chuvoso - o que se viu foi um futebol muito aquém das mesmas tradições que ali se representavam.

O Fluminense teve amplo domínio, mas não conseguiu traduzir esta posse em gols. O Flamengo, perdido em campo assim como o Ibson, se defendia como podia. OApesar do jogo muito truncado, o Fluminense logo abriu o placar com Fred após tripla falha da defesa rubro-negra que além de tudo atuava com 3 cabeças-de-área.

Completamente dominado durant toda partida, o Flamengo viu o Fluminense se acomodar em campo e acordou aos 30 minutos do segundo tempo com Adryan, que concluiu jogada de Magal que recebeu a bola pela esquerda e levou até a linha de fundo antes de cruzar, mas de cabeça e caprichosamente a bola saiu rente à trave esquerda do goleiro Diego Cavalieri.

A pressão Rubro-Negra aumentou e cinco minutos depois, após cobrança de escanteio, foi a vez de Magal acertar a trave, mas já não havia tempo para mais nada e o placar acabou sendo Fluminense 1 x 0 Flamengo.


FICHA TÉCNICA
FLUMINENSE 1 X 0 FLAMENGO

Local: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
Data-Hora: 8/7/2012 - 16h (de Brasília)
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (RJ)
Auxiliares: Dibert Pedrosa Moisés (Fifa-RJ) e Rodrigo Pereira Joia (Fifa-RJ)
Público/Renda: 32.591 pagantes/R$ 1.149.110,00
Cartões amarelos: Fred, Deco, Bruno, Carlinhos (FLU); González, Ibson, Bottinelli (FLA);

GOLS: Fred - 10'/1ºT (1-0)

FLUMINENSE: Diego Cavalieri, Bruno, Gum, Anderson e Carlinhos; Edinho, Jean e Deco (Valencia - 33'/2°T); Thiago Neves (Wágner - 38'/2ºT), Wellington Nem e Fred (Samuel - 30'/2ºT) - Técnico: Abel Braga.

FLAMENGO: Paulo Victor, Luiz Antonio, González (Arthur Sánchez - 15'/2ºT), Marllon e Magal; Amaral (Matheus- 32'/2ºT), Ibson, Renato e Bottinelli; Diego Maurício (Adryan - Intervalo) e Vagner Love - Técnico: Joel Santana.




Bruno Velasco
Camisa Tricolor

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Projeto COLUNISTA CONVIDADO



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Fluminense perto de repatriar ídolo recente.




Conca.
O meio-campista Conca, do Guangzhou Evergrande-CHI, manifestou publicamente o desejo de voltar a atuar pelo tricolor. Contudo, as conversas não evoluíram e o Flamengo promete atravessar a negociação.

De acordo com o Peter Siemsen, presidente do Fluminense, a negociação em si é bastante complicada. Existem os interesses do clube Chinês que detém os direitos federativos, além do fato de o atleta despertar interesse de outros clubes. Contudo, o Peter garante que serão estudados meios que possam viabilizar o retorno do ídolo às Laranjeiras.


Bruno Velasco
Camisa Tricolor

terça-feira, 29 de maio de 2012

Empate na raça...


www.fluminense.com.br
Mais uma vez o elenco tricolor fez a diferença. Diante das adversidades na escalação do time, o Fluminense veio a campo com um time forte mas que poderia pecar no conjunto. O que para muitas equipes seria determinante para uma derrota não abateu o elenco que conseguiu arrancar um empate na partida contra o Figueirense. Wallace foi expulso aos 40 minutos do 1º tempo.

O técnico Abel Braga em entrevista comentou o lance: “- Menino também tem que ter um pouco de responsabilidade. O time vem de um jogo como foi na quarta-feira (contra o Boca Juniors, pela Libertadores) e entra em outro com um jogador a menos, é complicado. A primeira falta foi um absurdo. Mas a equipe se portou muito bem dentro das condições. Temos que entrar em campo com 11 e terminar com 11, que sirva de lição.”

O JOGO

O Fluminense, enquanto teve seus onze em campo, desperdiçou algumas chances. Já o Figueirense, se dispôs a jogar no contra-ataque. Contudo, a bola não chegava aos atacantes Caio e Júlio César.

O Fluminense abriu a contagem com Marcos Jr. quando ainda tinha seus onze em campo. Mas Caio empatou para os Alvinegros Catarinenese no primeiro bom ataque do Figueirense na etapa final. Logo aos 12 minutos, Túlio [também ex-Botafoguense] fez boa jogada individual e serviu Caio. O atacante chutou com precisão no canto de Cavalieri, indefensável.

Pouco depois, Wagner colocou os tricolores novamente em vantagem ao receber passe de Marcos Jr. Mas a reação parou por aí, o Fluminense acabou recuando e num desvio em Wagner, Pablo acabou dando números finais à partida: 2x2. Ainda houve tempo de mais um susto quando Gum quase marcou contra. Mas diante dos fatos, estava tudo resolvido e igual no placar.


Bruno Velasco
Camisa Tricolor

domingo, 20 de maio de 2012

Elenco de Campeão

www.fluminense.com.br
Com o foco voltado para partida da próxima quarta-feira diante do Boca Jrs, no Engenhão, o Fluminense foi a campo diante do Corinthians com formação reserva. 

Sem mesmo contar com a presença do técnico Abel Braga, que suspenso acompanhou o time das tribunas, o Campeão Carioca de 2012 suportou a pressão do Corinthians no primeiro tempo.

No segundo tempo, a "garotada" tricolor saiu de campo vitoriosa. Passada a estréia no Campeonato Brasileiro,  atenções concentradas para o duelo com os argentinos, pela Libertadores, onde terão de reverter a vantagem que traz o Boca Jrs.

Sem dúvida alguma, o Tricolor das Laranjeiras possui elenco forte e capaz de classificar a equipe para a próxima fase. Parte deste precioso grupo mostrou seu valor em campo neste domingo. 


Bruno Velasco
Camisa Tricolor




Camisa Tricolor
"As Três Cores que traduzem tradição"